Equipe apresentou o projeto, que visa combater a violência contra crianças e adolescentes e também discutiu o tema da adultização
A equipe do “Transformando o Amanhã: Direitos e Conquistas”, realizado pelo Cenpec em parceria com a Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, marcou presença na Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho (SIPAT) da Transpetro, em encontro no dia 8 de dezembro.
Durante a reunião, que teve participação de cerca de 25 trabalhadores, foi apresentado o projeto e o propósito de combate à violência que atinge crianças e adolescentes. As ações diretas do Transformando o Amanhã incluem oficinas sobre direitos humanos com foco na cultura de paz, além de atividades socioculturais e socioambientais.
A oficina abordou, entre outros assuntos, a adultização e a violência contra crianças e adolescentes. Uma mudança recente na legislação sobre o tema é o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, sancionada em setembro deste ano, que visa coibir casos de violações graves contra menores de 18 anos no ambiente digital.

Como foi o encontro
A oficina começou com uma acolhida com os trabalhadores, que em sua maioria são de empresas terceirizadas à Transpetro. Em seguida, houve uma atividade em grupos, para que os participantes analisassem mitos e verdades sobre a adultização. Foram distribuídas frases nas quais eles precisaram debater se a situação era de violência, o tipo e se eram adequadas à idade do jovem e o que um adulto poderia fazer para intervir.
Os grupos discutiram e apresentaram suas conclusões a todos. Depois do debate, a coordenadora do “Transformando o Amanhã”, Letícia Silva, apresentou um panorama sobre as infâncias e adolescências, quais são os entendimentos sobre esses períodos, a perspectiva de que crianças e adolescentes têm fases específicas de desenvolvimento e o que é a adultização.
“Foi uma experiência muito potente, pois é um espaço muito proveitoso estar com trabalhadores neste ambiente de diálogo preparado anualmente para que possamos falar sobre temas relevantes para a sociedade, que tragam também uma perspectiva de participação popular e cidadania. Foram partilhas muito ricas”, conta Cátia Rocha, coordenadora do projeto em Cubatão.

